Como fazer uma monografia

Os passos para se elaborar uma monografia são apresentados neste texto, de forma sintética, buscando orientar estudantes que têm a missão de redigir um trabalho monográfico.

 

Tema deve ser

delimitado

Veja aqui alguns critérios que podem auxiliá-lo a ter

êxito nesta etapa de

definição da pesquisa.

 

Problema com o

problema?

A formulação do problema é crucial para bom êxito da

pesquisa. Saiba como ela

ocorre.

 

O que é pesquisa? Para que se pesquisa em ciências sociais aplicadas?

 

Artigo explica como apresentar objetivos gerais e específicos do projeto

 

Pesquisa tem que ser relevante; projeto deve indicar sua

importância social e científica

 

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Desvendando o método: aprenda lógica científica com o detetive Sherlock Holmes

 Olá, amigos! Com muita alegria eu compartilho com vocês a publicação do meu livro "Desvendando o Método", onde eu apresento os passos da investigação científica tendo como pano de fundo as aventuras de Sherlock Holmes.

 Dá uma olhadinha na sinopse publicada na quarta capa do livro:

 Um Estudo em Vermelho, caso inaugural do detetive mais famoso do mundo, é objeto de uma investigação que conduzirá o leitor ao campo da pesquisa científica. Seguindo Sherlock Holmes e o Dr. John Watson pelas ruas lamacentas da Inglaterra da Era Vitoriana, o autor deslinda as tramas do método: a observação, a “ciência da dedução”, a formulação e o teste das hipóteses. Escrito tanto para o público que aprecia as narrativas sherlockianas quanto aos interessados em uma introdução à lógica científica, Desvendando o Método combina tratamento cuidadoso do tema com uma linguagem que dialoga com as cenas de ação da obra-prima do médico e escritor escocês Sir Arthur Conan Doyle. Em concordância com o filósofo da Ciência T. S. Kuhn e com o historiador da Micro-História Carlo Ginzburg, este pequeno livro revela que decifrar enigmas é tarefa que aproxima detetives e pesquisadores.

 Disponível no site da Editora CRV (www.editoracrv.com.br), na Amazon e na livraria Travessa, ou por direct no meu perfil do Instagram @cafeleitor (me envie pelo direct o código HOLMES2021 e receba um desconto especial para leitores do blog). 



quarta-feira, 31 de março de 2021

Resumo, introdução e conclusão

Artigos científicos exigem, além do desenvolvimento do conteúdo (o núcleo duro do trabalho, por assim dizer), componentes tais como o resumo, introdução e conclusão. Ocorre, com relativa frequência, uma confusão entre as finalidades de cada uma dessas partes.
 
Não é raro, por exemplo, ler conclusões que mais parecem resumos ou, ainda, introduções que já apresentam os resultados, o que deveria vir assinalado brevemente no resumo e mais detalhadamente nas considerações finais do artigo.
 

 Desta forma, para guiar o leitor no momento de redação destes tópicos, propomos o quadro acima, que estabelece um comparativo entre os aspectos conceituais e formais de cada um destes elementos do artigo científico.

 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Técnica para grifar texto

Já fiz um post sobre a importância de grifar as partes importantes do texto para uma melhor compreensão da mensagem do autor. Mas, como 'uma-imagem-vale-mais-do-que-mil-palavras', vai uma ilustração bem humorada que exemplifica o que acontece quando grifamos indiscriminadamente:


Isto acontece, geralmente, porque temos o ímpeto de grifar tudo aquilo que nos parece importante em uma primeira leitura. O recomendado é ler primeiro o texto de uma vez, identificando os pontos importantes e, depois, grifá-los.  

sábado, 12 de novembro de 2011

Difereciando projeto e monografia

Uma dúvida não incomum entre os estudantes diz respeito à diferença entre projeto de pesquisa e monografia. Embora o blog já traga textos mais detalhadas sobre cada uma destas modalidades de trabalho científico, podemos traçar um pequeno quadro orientativo, procurando esclarecer as diferenças mais fundamentais:

 Em outras palavras, o projeto consiste em um planejamento de um trabalho científico a ser desenvolvido, enquanto que a monografia é o resultado do processo de investigação delineado pelo projeto.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Blog entra em seu quarto ano de atividade

O Blog Metodologia da Pesquisa entra em seu quarto ano de atividade. Nesse período, interagiu com internautas, alunos e colegas de todo o Brasil e do exterior, cumprindo seu objetivo de levar informação metodológica com confiabilidade e ética.
Foram 128.241 visitas no blog de 13 de fevereiro a 22 de dezembro. Os internautas de países lusófonos foram nossos assíduos companheiros: tivemos 2.667 visitas de Portugal, 1.075 de Moçambique e 684 de Angola. Dos Estados Unidos recebemos 458 visitantes.
2011 promete ser um ano de muito dinamismo, com novos projetos. Para isso, continuamos contando com sua presença neste espaço, com suas críticas, comentários e sugestões. Um ano novo repleto de realizações para todos.

sábado, 20 de novembro de 2010

Trabalho é apresentado na Argentina

Hoje (20), apresentarei no IX Congreso de Salud Mental y Derechos Humanos, em Buenos Aires, o trabalho Religiao e crime organizado: apropriaçoes do privado no interior dos presídios brasileiros, escrito em co-autoria com a professora Daniela Madrid, também da Toledo de Presidente Prudente. Oportunamente colocarei aqui o link para o texto completo. Nessa sexta, os alunos da Toledo já começaram a apresentar seus trabalhos no congresso. Veja matéria aqui.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A elaboração do cronograma

Item geralmente obrigatório nos projetos de pesquisa, o cronograma é o planejamento temporal das atividades de pesquisa. Elemento visualmente simples, o cronograma deve informar "quando" cada etapa da pesquisa será desenvolvida.
O cronograma é importante não só para demonstrar a exequibilidade do projeto apresentado a uma instituição de ensino ou mesmo agência financiadora de pesquisa, mas também para planejamento do próprio pesquisador. Permite que ele planeje quanto tempo será gasto nas atividades de obtenção dos dados e escrita do texto, evitando atrasos ou imprevistos.
Considerando que o projeto consiste no planejamento de algo que ainda será realizado, o cronograma deverá registar as atividades que serão feitas futuramente e não as que foram desenvolvidas durante a elaboração do projeto.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Manual da Pós da Casper Líbero cita blog

O "Manual de Metodologia de Pesquisa e Produção e Formatação do Trabalho Acadêmico" do mestrado em Comunicação e da Pós-Graduação Lato Sensu da Faculdade Cásper Líbero (SP) cita o blog Metodologia da Pesquisa, ao tratar da distinção dos objetivos no contexto de um projeto de pesquisa (2010, p. 11). Para acessar o texto completo do Manual da Cásper Líbero, veja aqui.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Método científico no cinema - o retorno

Os dois textos abaixo foram extraídos de dois comentários feitos em nosso post anterior, sobre a discussão das etapas do método científico e abordagem da história do pensamento científico por meio de filnmes. Pela contribuição que trazem nossos caros colegas Profa. Kelly e o filósofo dominicano Guilherme Diniz, estou republicando-os como um post à parte, que aprofunda o anterior. Limitei-me apenas a inserir links remetendo os filmes citados a resenhas e outros materiais na internet.

Profa. Kelly
Bom pessoal.... vou deixar algumas contribuições (muito pequenas) acerca dessa temática, pois, tento passar aos meus alunos a idéia de atitude investigativa e não somente a pesquisa e suas metodologias como algo burocrático e rígido.
Dessa forma, para trabalhar a pesquisa social e a construção do objeto de pesquisa utilizo o filme Escritores da Liberdade, visando a idéia de que o problema de pesquisa deve vir dos dilemas do cotidiano. Também a relação entre pesquisador e pesquisado, numa intervenção participante.
Outro filme interessante para trabalhar técnica de pesquisa em história oral é o filme Narradores de Javé que contam (história oral) a história da cidade a partir do olhar de quem a vivencia.

Guilherme Diniz
Acredito que dois outros filmes de Rossellini poderiam complementar a lista de filmes: "Cartesius" de 1974 e "Blaise Pascal" de 1971. Retratam a vida de dois filósofos-cientistas modernos. Em ambos podemos ver algumas demonstrações com certa fidelidade ocorridas na época com a ciência experimental, por exemplo, o barômetro a mercúrio de Torricelli em 1643 e a calculadora de Blaise Pascal em 1642, além do uso do telescópio que se popularizou entre os cientistas. Mas o mais válido nesses dois filmes é a construção do método cartesiano e posteriormente as refutações de Pascal ao método. Acho a proposta válida, vou procurar assistir os filmes indicados.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Método científico no cinema

Esse tópico nasceu por sugestão da Profa. Kelly. Em visita ao nosso blog, ela propôs a questão sobre como utilizar filmes nas aulas de Metodologia Científica e sobre quais filmes seriam interessantes para motivar os alunos nessa disciplina. Segue aqui uma pequena (muito pequena) lista de filmes que poderiam ser utilizados com este foco. Espero que nossa lista possa ser ampliada com a ajuda de nossos leitores e com o compartilhamento de suas experiências.
Para começar a falar sobre método científico e sua história, uma boa dica é exibir o filme sobre a vida de Galileu Galilei, que empreendeu uma verdadeira revolução no pensamento científico, desenvolvendo as bases do que ficou conhecido como método experimental.
Já a ruptura com o pensamento cartesiano-positivista e sua superação por um pensamento sistêmico pode ser abordada por meio de um trabalho com o filme Ponto de Mutação, baseado em livro do físico Fritjof Capra. Propõe uma discussão acerca do método científico em uma perspectiva que enxerga as relações do todo e não somente das partes.
Outros bom filme para fomentar a reflexão sobre o método científico é O nome da Rosa, baseado na obra do filósofo Umberto Eco. Acompanhando as observações e o raciocínio do ‘sherlockiano’ William de Baskervile, podemos trabalhar sobre dedução, indução, hipóteses e observação científica. De quebra, uma ‘aula’ sobre o pensamento científico medieval, em sua passagem para o pensamento moderno, com o nominalismo de Ockam.
As aplicações do método científico e seus procedimentos também podem ser analisadas a partir dos filmes Fim dos Tempos e Óleo de Lorenzo. Este último, dirigido por um médico e que trata de um empreendimento de descoberta científica levada adiante pelos pais do menino Lorenzo, portador de leucodistrofia.
Evidentemente, o cinema reinterpreta a ciência em todos esses filmes. Por isso mesmo, nos ajudam a pensar sobre ciência (não de maneira fria, como em um manual científico), mas a partir de suas questões éticas e os dilemas humanos.

sábado, 3 de julho de 2010

Mecanismo para referências bibliográficas

Todos devem concordar que formatar as referências bibliográficas é uma atividade trabalhosa e até maçante, apesar de necessária. Então, aqui vai uma dica de utilidade pública do blog: o MORE (Mecanismo Online para Referências).
O MORE é uma ferramenta gratuita e fácil de usar, que produz automaticamente citações no texto e referências no formato ABNT, para 15 tipos de documentos, a partir de formulários próprios, selecionados em um menu principal, como informa a própria página de apresentação da ferramenta, desenvolvida na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).
Os documentos cobertos pelo mecanismo são os mais usados no meio acadêmico: livros, dicionários, enciclopédias, teses e dissertações, artigos de revistas, artigos de jornais, nos formatos impresso e eletrônico, além dos documentos exclusivos em meio eletrônico: home-page e e-mail.
Bastante útil e com uma interface com boa usabilidade. Recomendo.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Nem hino escapa de plágio

Eu leciono Metodologia Científica há 11 anos e pensei que já tivesse visto de tudo quando se trata de cópias deslavadas. Mas o fato a seguir, narrado pelo jornalista Thiago Ferri, realmente é inusitado: "A prefeitura de Tabapuã, na região de São José do Rio Preto, determinou a suspensão da execução e divulgação por qualquer meio do hino da cidade até a conclusão do processo sindicante que foi instaurado no município para esclarecer eventual plágio do Hino de Dracena." Nem o hino da cidade escapou ao plágio. Vinte e quatro versos idênticos levantam a 'suspeita' sobre a cópia. Veja a reportagem completa aqui.

sábado, 20 de março de 2010

Bancos de teses e dissertações

Em uma pesquisa, a consulta às teses e dissertações é indispensável. Hoje em dia, graças à internet, a divulgação desse tipo de produção está se tornando ainda mais democrática, possibilitando o contato do pesquisador com textos apresentados nos principais centros acadêmicos.
Com o intuito de estimular a utilização das bibliotecas digitais, sugiro alguns endereços. Claro que esta relação é incompleta e, por isso, contribuições de nossos leitores são bem-vindas.

Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações – A BDTD é um portal mantido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Permite a busca de teses e dissertações nos sites de uma centena de instituições brasileiras, funcionando como um catálogo que direciona o internauta diretamente para a página onde está hospedado o documento.

Banco de Teses/Capes – O banco de teses da Capes permite a consulta aos resumos de teses e dissertações defendidas no Brasil desde 1987. Não disponibiliza os links para baixar os textos, mas é um instrumento extraordinário para levantamento. Em alguns documentos, fornece e-mail do autor da tese.

Portal Domínio Público – A seção de teses e dissertações do portal Domínio Público disponibiliza mais de oito mil textos completos, defendidos em inúmeras instituições brasileiras.

Não estão incluídas aqui as bibliotecas digitais das próprias universidades, tais como USP, Unicamp, PUCs, e federais, pois as três bases indicadas acima são bastante abrangentes, agregando também estas instituições. Bom, espero que esta indicação auxilie em seu trabalho acadêmico.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Blog supera marca de 80 mil visitantes

O blog Metodologia da Pesquisa atingiu a marca de 80 mil visitantes únicos desde a instalação do contador Clustr Maps, em 13 de fevereiro do ano passado.
O visualizador gera um mapa (veja a imagem ao lado) com a localização geográfica dos internautas que acessaram o blog no período de um ano.
Além de estudantes e pesquisadores do Brasil, o blog recebeu centenas de visitas de internautas de países falantes de língua portuguesa (destaque para Portugal, Moçambique e Angola), além dos Estados Unidos e diversas outras partes do globo.
O blog agradece aos visitantes, que têm sempre participado ativamente com sugestões e questões.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Biblioteca digital

Dentro de nossa política de divulgar endereços na net que estimulem a produção do conhecimento científico, recomendamos a biblioteca digital Domínio Público, mantida pelo Ministério da Educação. Trata-se de uma biblioteca alimentada com obras de domínio público ou cuja publicação foi previamente autorizada pelos autores. Permite o acesso a centenas de teses acadêmicas, bem como a obras da literatura e música. Para acessar, basta clicar aqui.

domingo, 29 de novembro de 2009

Revisão com metanálise: um exemplo

Para ilustrar o post anterior, sugiro a leitura de uma dissertação de mestrado em Psiquiatria defendida na UFRGS, na qual se procede uma revisão sistemática com metanálise. Reproduzo abaixo o resumo para uma visão geral do texto e disponibilizo o link do estudo integral aqui.

Revisão sistemática e meta-análise do uso de antidepressivos no transtorno de ansiedade generalizada

Autor:  Ricardo Ludwig de Souza Schmitt

Revisão da Literatura: O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é caracterizado por preocupação excessiva, persistente e incontrolável sobre diversos aspectos da vida do paciente. Tem prevalência entre 1,6% e 5,1% e índice de comorbidades de até 90,4%. As principais comorbidades são depressão maior (64%) e distimia (37%). Os antidepressivos podem ser eficazes no tratamento do TAG. A Medicina Baseada em Evidências (MBE) busca reunir a melhor evidência disponível com experiência clínica e conhecimentos de fisiopatologia. A melhor maneira disponível de síntese das evidências é a revisão sistemática e a meta-análise. Objetivos: Investigar a eficácia e tolerabilidade dos antidepressivos no tratamento do TAG através de uma revisão sistemática da literatura e meta-análise. Sumário do artigo científico: A revisão sistemática incluiu ensaios clínicos randomizados e controlados e excluiu estudos não-randomizados, estudos com pacientes com TAG e outro transtorno de eixo I. Os dados foram extraídos por dois revisores independentes e risco relativo, diferença da média ponderada e número necessário para tratamento (NNT) foram calculados. Antidepressivos (imipramina, paroxetina e venlafaxina) foram superiores ao placebo. O NNT calculado foi de 5,5. A evidência disponível sugere que os antidepressivos são superiores ao placebo no tratamento do TAG e bem tolerados pelos pacientes.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Revisões sistemáticas e metanálise

As revisões bibliográficas sistemáticas constituem um capítulo à parte na metodologia. Isto porque, são de grande importância no campo das pesquisas em saúde, mas pouco conhecidas nos outros campos. Por isso, minha resposta à Shirleine requer um tópico especial.
Revisões sistemáticas são "investigações científicas, com métodos pré-planejados e que reúnem estudos originais como sujeitos" (Drummond, Silva, Coutinho 2004: 54). Ou seja, são trabalhos de caráter científico, visando uma melhor conduta clínica, baseados na revisão de estudos primários. Podem buscar sistematizar artigos sobre diagnóstico, prognóstico e risco.
As fontes de um estudo de revisão são, portanto, artigos provenientes de estudos originais disponíveis em um banco de dados (MEDLINE ou EMBASE, p. ex.). Por sistematizarem os resultados de investigações primárias, as revisões sistemáticas constituem estudos integrativos.
As revisões sistemáticas podem ser qualitativas ou quantitativas. As revisões qualitativas são aquelas que sumariam os dados de estudos primários, mas sem a preocupação de combinar os estudos. São também chamadas revisões narrativas (Drummond, Silva, Coutinho 2004: 55).
Já as revisões sistemáticas quantitativas, utilizam métodos estatísticos para combinar os estudos e avaliar seus resultados. Esse tipo de revisão é conhecida como metanálise.
Segundo Eliézer Silva (2004: 54), o autor de uma revisão sistemática segue a seguinte sequência metodológica:
- determina claramente o tema a ser revisado;
- identifica, seleciona e avalia criticamente a qualidade dos estudos primários (constituem estudos clínicos controlados, randomizados e duplo-cego? compara conduta a um padrão-ouro?)
- coleta e sintetiza as informações relevantes quantitativamente (metanálise) ou qualitativamente (narrativa);
- elabora conclusões.
Bem, espero que tenha ajudado com essas observações. Até logo.

SILVA, Eliézer. Como avaliar e interpretar a literatura médica. In: DRUMMOND, José Paulo, SILVA, Eliézer, COUTINHO, Mário. Medicina baseada em evidências. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2004.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Portal de revistas em ciências humanas e sociais

O Persee, portal de revistas acadêmicas francesas em ciências humanas e sociais, disponibiliza milhares de artigos completos nas mais diversas áreas - história, antropologia, sociologia, entre outras. Em francês e gratuito. Visite aqui.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

As perguntas movem a ciência

“Não são as respostas que movem o mundo. São as perguntas.”
Assim, a campanha publicitária da Futura conseguiu definir muito bem o papel da ciência, em qualquer um de seus ramos: questionar, refletir e indagar.
Quem somos e para onde vamos? Quais as causas das crises econômicas? Como o cérebro funciona? Essas são exemplos de algumas perguntas que o homem tem feito desde os primórdios.
Em metodologia, damos o nome de problema à pergunta ou conjunto de perguntas que um pesquisador ou mesmo uma ciência se propõem a responder. Uma ciência só existe em função dos problemas que são por ela colocados.
Desta forma, parafraseando o canal Futura, são as perguntas que movem a ciência.

'Não são as respostas que movem o mundo'