Como fazer uma monografia

Os passos para se elaborar uma monografia são apresentados neste texto, de forma sintética, buscando orientar estudantes que têm a missão de redigir um trabalho monográfico.

 

Tema deve ser

delimitado

Veja aqui alguns critérios que podem auxiliá-lo a ter

êxito nesta etapa de

definição da pesquisa.

 

Problema com o

problema?

A formulação do problema é crucial para bom êxito da

pesquisa. Saiba como ela

ocorre.

 

O que é pesquisa? Para que se pesquisa em ciências sociais aplicadas?

 

Artigo explica como apresentar objetivos gerais e específicos do projeto

 

Pesquisa tem que ser relevante; projeto deve indicar sua

importância social e científica

 

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Técnica para grifar texto

Já fiz um post sobre a importância de grifar as partes importantes do texto para uma melhor compreensão da mensagem do autor. Mas, como 'uma-imagem-vale-mais-do-que-mil-palavras', vai uma ilustração bem humorada que exemplifica o que acontece quando grifamos indiscriminadamente:


Isto acontece, geralmente, porque temos o ímpeto de grifar tudo aquilo que nos parece importante em uma primeira leitura. O recomendado é ler primeiro o texto de uma vez, identificando os pontos importantes e, depois, grifá-los.  

segunda-feira, 23 de março de 2009

A leitura analítica

O ato da leitura é, inquestionavelmente, o principal canal de aprendizagem no ambiente acadêmico. Por mais que se discuta, reflita, debata, escreva, sempre as referências partem do universo dos livros. Mesmo que investiguemos fenômenos sociais ou naturais (que podem ser observados no "livro" da vida ou da sociedade), não podemos prescindir dos textos, sob risco de um empirismo vulgar.
Embora seja tão crucial, a leitura não é encarada por muitos como algo natural, já assimilado ao longo de suas trajetórias no ensino secundário. A consequência da falta de familiaridade com leituras é a dificuldade que as exigências trazem quando o estudante chega à universidade. Tais dificuldades podem ser vencidas com muita disciplina.
Para orientar estudantes a "esmiuçarem" um texto, Antonio Joaquim Severino (2002) sistematizou um método de leitura, chamado de método de leitura analítica. Os passos por ele propostos contribuem em muito para uma proveitosa compreensão e assimilação dos textos.
Analisar é, como define René Descartes em o Discurso do Método, "dividir cada uma das dificuldades que devesse examinar em tantas quantas partes quanto possível e necessário para resolvê-las". Aplicando ao contexto usado por Severino, a leitura analítica avança por etapas sucessivas (processos lógicos) até a compreensão global de uma unidade de leitura. As referidas etapas são a análise textual, análise temática, análise interpretativa, problematização e síntese pessoal.
A primeira etapa, a análise textual, nada mais é do que a busca de uma visão geral do texto, mediante uma leitura rápida e atenta dos elementos mais importantes. Neste momento o leitor deve buscar esclarecimentos sobre palavras desconhecidas, fatos, doutrinas e autores citados no textos e sobre os quais ele não possua conhecimento. Isto será fundamental para o entendimento da posição do autor e o contexto por ele tratado. A análise textual culminará em uma esquematização do texto, o que ajudará na formulação de uma visão de conjunto.
O procedimento lógico decorrente da análise textual é a análise temática. Esta consiste em compreender a mensagem do autor, com a identificação do tema abordado na unidade de leitura, do problema colocado pelo autor e sua tese. Trata-se de identificar o caminho seguido pelo raciocínio do autor entre ideias principais e secundárias.
A análise interpretativa da unidade de leitura decorrerá das etapas anteriores. Nela o leitor deve exercer uma atitude crítica com relação às posições do autor, verificando a coerência da argumentação, originalidade do tratamento do problema, profundidade da análise, alcance das conclusões do autor e suas consequências.
O levantamento de pontos para discussão a partir do que está explícito ou implícito no texto é o processo que Severino chama problematização. Aqui, o leitor coloca seus questionamentos às posições do autor e temas trazidos pelo texto, realizando uma reflexão individual ou debate em grupo.
Por fim, o leitor deve reelaborar a mensagem do autor, com base em sua reflexão pessoal, o que Severino chama de síntese. A síntese não se confunde com resumo, puro e simplesmente, porque o resumo é a abordagem sintética das ideias do autor. Na síntese, há um diálogo efetivo entre as ideias do autor e as reflexões efetuadas pelo leitor.

terça-feira, 3 de março de 2009

Melhore a velocidade da leitura

Acho, particularmente, que a leitura é algo tão prazeroso que merece ser feita com os requintes do slow food: sem pressa para degustar as idéias e emoções trazidas pelos textos.
No entanto, o volume do que temos que ler aumenta assustadoramente a cada dia: novos artigos e livros publicados ou então, quando somos estudantes, novas leituras solicitadas pelos nossos professores. Daí que hoje se torna indispensável melhorar nosso ritmo de leitura.
É natural que quem nunca leu um livro vá sentir dificuldades e enfrentar a morosidade em concluir sua leitura. Mas, podemos empregar algumas estratégias que ajudam a aprimorar nosso ritmo. Cito algumas delas, que foram compiladas por Delcio Salomon (2002):

Hábitos a se evitar:
1. Ler com movimentos da cabeça.
Na leitura, quem deve se mover sãos os olhos, e não a cabeça. Quando fazemos isto, sempre retardamos a leitura.
2. Ler silenciosamente com movimentos labiais.
Muitos acreditam que ao lermos silenciosamente as palavras acompanhando com movimentos dos lábios estaríamos gravando melhor o conteúdo da leitura. Na verdade, existem outras técnicas para este fim. No entanto, quando fazemos assim, estamos atrasando a leitura. Afinal, os olhos se movem com maior velocidade do que nossos lábios ou cabeça.

Hábitos a se cultivar:
1. Ler blocos de palavras.
O bom leitor não é aquele que lê palavra por palavra, mas consegue abarcar em seu campo de visão um número maior de palavras, captando seu sentido. Treine para, com um golpe de vista, ler o maior número de palavras de cada vez, sem esquecer da importância da compreensão.
2. Ler a parte superior das palavras.
Faça um experimento: cubra com uma régua a metade inferior de uma frase. Veja se consegue ler, mesmo com as palavras cortadas. Então, você verá que não precisamos ler a palavra inteira. Lendo por cima conseguimos aumentar nosso ritmo de leitura.
3. Ler somente a parte esquerda da palavra.
Ago. faç. out. experime. leia some. a parte esq. das palav. Conseguiu ler? Não precisamos ler integramente as palavras. Se desprezarmos as sílabas finais, nos atendo à metade esquerda da palavra também podemos aumentar nosso ritmo de leitura.

Bem, essas são algumas dicas para melhorar nosso desempenho na leitura. Devemos praticar como um atleta que treina em busca de uma medalha, sem desistir. O resultado será muito gratificante ao final.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Leitura e resumo

Como estamos falando sobre leitura e resumo, resolvi postar aqui a apesentação em slides da aula em que tratamos do assunto. Espero que aproveitem!