Como fazer uma monografia

Os passos para se elaborar uma monografia são apresentados neste texto, de forma sintética, buscando orientar estudantes que têm a missão de redigir um trabalho monográfico.

 

Tema deve ser

delimitado

Veja aqui alguns critérios que podem auxiliá-lo a ter

êxito nesta etapa de

definição da pesquisa.

 

Problema com o

problema?

A formulação do problema é crucial para bom êxito da

pesquisa. Saiba como ela

ocorre.

 

O que é pesquisa? Para que se pesquisa em ciências sociais aplicadas?

 

Artigo explica como apresentar objetivos gerais e específicos do projeto

 

Pesquisa tem que ser relevante; projeto deve indicar sua

importância social e científica

 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Portfólio como ferramenta de avaliação

Neste semestre implantaremos a avaliação dos alunos de metodologia científica por meio de um portfólio.
O portfólio documentará todos os trabalhos extraclasse e os que forem desenvolvidos em sala de aula ao longo do semestre.
Cada atividade será registrada em uma ficha que ficará com o estudante e que será juntada aos demais trabalhos acadêmicos. Ao final do bimestre, o aluno receberá uma nota pelo portfólio desenvolvido.
Com o portfólio, poderemos avaliar o aluno ao longo do processo de ensino-aprendizagem. Desta forma, o estudante poderá participara ativamente como sujeito desse processo, responsabilizando-se por sua aprendizagem.
A ficha padrão para controle do portólio pode ser obtida aqui.
Desejo que todos tenhamos um bom trabalho neste semestre que se inicia.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Texto científico tem que se adequar à reforma ortográfica

Quem iniciou 2009 com a meta de escrever sua monografia ou tese tem um desafio adicional: adequar o texto à nova reforma ortográfica da língua portuguesa, que passou a vigorar no País em janeiro.
Muitos podem se perguntar da importância de se unificar a ortografia nos países de língua portuguesa (quinta língua mais falada no mundo), mas no meio científico a relevância é evidente. Muitas publicações deixam de circular em âmbito internacional, pois não há uma padronização ortográfica. Com a unificação, a produção científica brasileira poderá circular em um âmbito maior, sem necessidade de versão, como ocorre hoje. O mesmo valerá para livros, que poderão ser editados e circular em quaisquer dos países falantes de língua portuguesa.
Embora algumas mudanças não devam ser sentidas na prática (como a abolição do trema, praticamente em desuso há anos), outras precisam ser observadas com atenção, como as regras para hífen e acentuação.
Como a ‘internalização’ das novas regras virá somente com o tempo, alguns serviços na internet podem auxiliar na solução de dúvidas, como o site Ortografa, com dispositivo que converte automaticamente a grafia das palavras em conformidade com a reforma.
Não é preciso dizer que a perfeita expressão das idéias e seu entendimento dependem da correção ortográfica e gramatical do texto científico. Por isso, a revisão dos escritos e adequação à nova grafia são fundamentais para os pesquisadores, sejam iniciantes ou veteranos.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Enfim, férias!

Amigos, chegamos ao término de um ano acadêmico e, em janeiro próximo, nosso blog completa seu primeiro aniversário.
Quero aproveitar para dizer que este período foi muito produtivo e estimulante para mim, sobretudo por ter podido contar com uma audiência de leitores gentis, interativos e inteligentes.
Espero ter, de alguma forma, contribuído para estudantes - entre meus alunos ou não - em busca de direcionamentos para a pesquisa.
Nos próximos dias, farei uma breve pausa para colocar as coisas em ordem para o próximo ano letivo e também para recarregar as energias para os novos projetos que certamente virão em 2009 (entre eles, concluir a redação de meu livro de metodologia).
Que o ano vindouro também seja pleno em realizações a meus leitores: término de teses e TCCs, desenvolvimento de projetos e pesquisas e início de novas empreitadas acadêmicas...
Aproveito ainda para desejar a todos um Natal feliz, um próspero ano novo e boas férias!

José Artur


segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Sobre internet e plágio

Uma questão ética que não está distante da sala de aula e dos cursos de graduação e pós-graduação refere-se ao plágio, a apropriação inadvertida de trabalhos de outros autores como de nossa própria autoria. Abaixo, segue um artigo da Universia Brasil que trata sobre o tema, a respeito do qual voltaremos novamente no blog.

Como lidar com o plágio em sala de aula
Com o advento da Internet, a cópia de trabalhos tornou-se mais fácil. Mas desde que existem livros, revistas e outras publicações, existe o plágio. Saiba como lidar com esse mal que assombra as salas de aula
Há mais ou menos dez anos surgiu um fenômeno chamado Internet. E com ela a facilidade de se copiar material para a elaboração de trabalhos escolares, uma prática condenável mas, nem sempre, fácil de identificar. No entanto, é necessário lembrar que desde que existem publicações - sejam livros, jornais, revistas, etc. - houve a possibilidade de cópia. A rede mundial de computadores e a Informática ao alcance das pessoas apenas facilitou esse processo. A Internet é uma grande biblioteca na qual qualquer pessoa pode colocar um texto. Assim, como na biblioteca, é necessário que as pessoas saibam como se virar lá dentro, como olhar as referências de um livro, de revistas, como utilizar o material disponível e como manipulá-lo, já que isso também é necessário no plano virtual.
Leia o artigo completo aqui.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Textos do blog aparecem na 1ª página do Google

Artigos publicados no blog Metodologia da Pesquisa têm figurado na primeira página do Google, uma das mais importantes ferramentas de busca na Internet.
Dentre 510 mil páginas contendo as palavras "justificativa" e "projeto", um dos textos do blog apareceu em 2º lugar no buscador, em consulta feita às 15h15 deste sábado (6).
O artigo "Falando sobre delimitação do tema" apareceu hoje em 4º lugar na primeira página do Google, num total de 303 mil páginas buscadas pela ferramenta.
Na consulta por blog+metodologia da pesquisa, que resulta em 18.600 páginas, o blog está na primeira página, em décima posição.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Justificativas: a relevância do projeto

Instituições de ensino, pesquisa e fomento exigem que os projetos a ela submetidos contenham uma breve exposição sobre a relevância da proposta.
Isto porque a pesquisa científica é um empreendimento social, exigindo-se dela uma contribuição não só para a área de conhecimento na qual o projeto se insere, mas também para a sociedade de um modo mais amplo.
Desta forma, ao elaborar o projeto, precisamos elencar as razões pelas quais nossa pesquisa deve ser apoiada institucionalmente. Tais razões constituem o que chamamos, no projeto, de justificativas.
São dois os tipos ou critérios de justificativas em um projeto de pesquisa: a relevância social e a relevância científica.
Todo projeto é relevante socialmente quando contribui, de alguma forma, para melhoria da sociedade, para compreensão do mundo em que vivemos ou ainda para desenvolvimento e emancipação do homem. Mesmo um projeto de tema absolutamente técnico deve trazer uma contribuição para a sociedade.
De modo mais específico, espera-se que todo projeto de pesquisa traga uma contribuição acadêmica e científica para a sua área de conhecimento.
Tal contribuição é assegurada pela utilidade do trabalho aos demais, pela contribuição cumulativa (ou seja, pelo que este acrescenta ao conjunto do conhecimento científico do tema), pelo ineditismo do tema ou da abordagem e pela contribuição à superação de lacunas no conhecimento.
Observe-se, ainda, que as justificativas são decisivas no processo de análise de um projeto pela instituição ao qual se apresenta. Afinal, um projeto sem relevância não merece nem ser aprovado, quanto mais posto em prática.

Apresentação formal do projeto

Pois é, pessoal, dia 1 de dezembro é o prazo para entrega de nosso projeto de pesquisa. Só para lembrar, o projeto deve seguir a seguinte estrutura:
1. Introdução (contextualizar o assunto, delimitar o tema - o que, quem, quando e onde - e apresentar o problema de pesquisa, ou seja, a pergunta que norteia a investigação);
2. Objetivos (gerais e específicos, definindo as metas da pesquisa; não esquecer do uso dos verbos na sua formulação, ex. analisar, estudar, contribuir, comparar, etc.);
3. Justificativas (apontar a relevância social e científica da problemática);
4. Revisão bibliográfica (inserir o problema no contexto da literatura científica, indicando quais autores e linhas teóricas que fundamentarão a pesquisa; apontar lacunas no conhecimento atual do tema e os avanços obtidos pela bibliografia);
5. Metodologia (definir quais os métodos e procedimentos para a coleta de dados; definir se a pesquisa é exploratória ou descritiva, se os dados serão coletados por meio de pesquisa de campo - dizer que técnicas usará, se entrevistas, questionários ou observação -, ou se serão empregadas pesquisa documental e pesquisa biliográfica);
6. Cronograma (calendário das etapas que serão cumpridas durante a realização da pesquisa);
7. Bibliografia (listar, em ordem alfabética, as obras que já foram lidas e as que ainda serão estudadas; a referência deve ser completa: autor, título, local, editora, ano).
Para a apresentação formal (capa, espaçamento, tipo de fonte, margens e normas de referência bibliográfica, seguir o Manual de Normas da Finan, que pode ser consultado no link de ferramentas na web, na barra lateral direita).
Bom trabalho a todos.